KinoPravda no Fidalga 33
Depois de mais um sumiço....muito trabalho e muita satisfação. Quando conseguir respirar conto tudo aqui.
Passando pra dar um toque, amanhã tem KinoPravdas no Fidalga 33. Sim compadres e comadres, a produção feita durante o curso da AIC vai rolar!!! Quem perdeu a estréia pode se deleitar e de lambuja curtir boa música pra sacolejar o esqueleto!!! Tá dada a dica!!! Não percam "Principalmente Augusta" é um documentário com pessoas incríveis que você com certeza já deve ter cruzado na Augusta, mas nunca viu com essas lentes!!!

Bora lá!!!
O debate de ontem....provou mil ideias ...foi um impulso....tô remando aqui pra escrever o texto pra vocês e conseguir chegar até o outro lado!!!
Logo chego...enquanto isso fiquem com a essa linda música ...trilha sonora do "Diários de Motocicleta" de Waler Salles, um filme que fala de passagem também!! E narra como me senti hoje. No texto vou explicar melhor....
Ah vcs viram o encerramento do Pan....que beleza....acertaram direitinho!!! Integração da América Latina!!! Foi lindo ver o Lenine...amo...cantando com o Jorge Drexler!
"finco o meu remo na água levo o teu remo no meu
acredito ter visto uma luz ao outro lado do rio.
o dia vai vencer aos poucos o frio
acredito ter visto uma luz ao outro lado do rio.
principalmente acredito que nem tudo está perdido
tanta lágrima, tanta lágrima
e eu sou um copo vazio.
ouço uma voz que me chama... quase um suspiro
rema, rema, rema.
nesta margem do mundo
o que não é represa é baldio
acredito ter visto uma luz ao outro lado do rio.
eu, muito sério, vou remando
e bem lá dentro, sorrio
acredito ter visto uma luz ao outro lado do rio.
principalmente acredito que nem tudo está perdido
tanta lágrima, tanta lágrima
e eu sou um copo vazio.
ouço uma voz que me chama... quase um suspiro
rema, rema, rema.
finco o meu remo na água levo o teu remo no meu
acredito ter visto uma luz ao outro lado do rio. "
Al otro lado del Río
Composição: Jorge Drexler
Tem debate amanhã sobre um tema que está super em discussão pelo mundo audiovisual. Vale a pena chegar pra ver!!
Estarei lá!

Flaherty
Confesso que essa nova experiência de escrever aqui tem me surpreendido a cada madrugada, sim, pois esse blog-canoa anda roubando todas elas. Edificante opção de balada. Sem mais delongas..rsss..acho essa palavra tão retrô, a cara da proposta desta nova fase.
Vamos lá! O primeiro documentário.
Vejo o documentario como um ponto de vista. É você, é o cineasta alí no filme, o que ele pensa, intervêm, transforma, é um agente ativo e não passivo diante da realidade documentada. Registra seu ponto de vista sem faltar com a ética. Fazer documentário é uma forma de conhecer o outro. Robert Flaherty é um exemplo notável de “presença no mundo”, comprometido com seu tempo e com a vida.
"Por meio do cinema eu me esforço em dar a conhecer um país, assim como as pessoas que aí vivem. Esforço-me em torná-las as mais interessantes possíveis sob seu aspecto mais autêntico. Só me sirvo de personagens reais, de gente que vive no local filmado porque, ao final das contas são, realmente, os melhores atores. Ninguém é mais expressivo que os irlandeses, neste domínio, incontestáveis. Os negros, tão espontâneos, possuem o próprio natural, assim como os polinésios. Mas existe um germe de grandeza em todos os povos e cabe ao autor do filme descobri-lo: achar o incidente particular ou mesmo o simples movimento que o torna perceptível. Penso que os filmes dramáticos um dia serão feitos dessa maneira." (Robert Flaherty) http://www.mnemocine.com.br/aruanda/flaherty.htm
Com essa filosofia Flaherty trouxe para a cinematografia o primeiro documentário clássico, “Nanook of de North” (1929). É o resultado de mais de dez anos de contatos do explorador norte-americano com os Inuik que habitavam a região da Baía de Hudson, no norte do Canadá.
Introduziu a narrativa, a perspectiva dramática –construindo personagens – tensão e suspense que preenderiam a atenção do espectador. Narrativa que proporciona detalhes e humaniza o relato. Seu roteiro se baseava na realidade observada. Utilizava como método de pesquisa a imersão na locação até que a história conte-se por si própria. Antes os documentários eram simples filmes de viagem, com imagens belíssimas mas sem continuidade com algum sentido, eram meramente descritivos e contavam apenas com a visão do viajante-explorador.
“Ele sabia que as platéias nem sempre esperavam uma fiel representação da realidade, que preferiam o artifìcio relativamente superior dos filmes de ficção e que os filmes não-ficcionais as atraíam com recursos como a reconstituição. Flaherty entendeu que o cinema não era uma função da antropologia ou da arqueologia, mas um ato de imaginação; é tanto a verdade fotográfica quanto uma reorganização cinemática da verdade. Diante de acusações de ter reencenado situações, Flaherty dizia “às vezes voce precisa mentir. Frequentemente você tem que distorcer uma coisa para captar seu espirito verdadeiro” (Bill Nichols – Introdução ao documentário)
Romântico e sensível fez um filme de amor ao próximo, generoso para com o humano das relações de família, trabalho e amizade. Não era a busca da verdade seu objetivo e sim a descoberta de uma nova impressão de autenticidade, de construção de verossimilhança. Foi para o documentarista Jean Rouch um “ancestral totêmico”, ao lado de Vertov.
Muito criticado por ser ilusionista e idealizar a realidade. Porém não deixou de acreditar na sua opinião sobre a função do cinema e não exitou em alargar os limites da intervenção do diretor.
"Um documentário existe não para explicar uma faceta do mundo ou ensinar algo. Um documentário existe como discurso de um cineasta – é essa sua motivação ímpar e essencial", Amir labak http://www.opovo.com.br/opovo/vidaearte/696167.html
John Grierson criticava a tendência romântica de reencenar costumes superados como um escapismo de Flaherty pra discutir problemas urgentes da sociedade moderna e não tinha nenhuma finalidade social, o que era a precocupação dos documentaristas ingleses na época.
Porém, Flaherty foi antes de tudo um pensador da linguagem do cinema. Incomodado com os filmes produzidos na época que utilizavam a representação humana como um teatro de gestos marcados, ou seja somente a representação de peças encenadas, buscou por linguagens e por métodos de criação próprios do cinema. Trouxe a solução para aqueles que achavam o documentário algo chato de se ver. Sua sagacidade uniu o registro informativo com a dramaticidade do teatro. Um híbrido de entretenimento e função social. Desta forma explorou a construção de identificação do público com o personagem. Algo muito discutido nos dias de hoje, mas sem nenhuma solução. Fazemos documentários para quem? Qual é o público do documentário? Para quem falam os documentários?
Enquanto arquiteto aqui um próximo texto, deixo com vocês a poesia que inspirou Maria Bethânia em seu último albúm e foi a minha trilha sonora enquanto escrevia minha monografia no final ano passado.
Boas vibrações!
"Mar, metade da minha alma é feita de maresia
Pois é pela mesma inquietação e nostalgia,
Que há no vasto clamor da maré cheia,
Que nunca nenhum bem me satisfez.
E é porque as tuas ondas desfeitas pela areia
Mais fortes se levantam outra vez,
Que após cada queda caminho para a vida,
Por uma nova ilusão entontecida.
E se vou dizendo aos astros o meu mal
É porque também tu revoltado e teatral
Fazes soar a tua dor pelas alturas.
E se antes de tudo odeio e fujo
O que é impuro, profano e sujo,
É só porque as tuas ondas são puras"
|
Sophia de Mello Breyner Andresen |

Educar o olhar.
A mensagem era: mais atenção com o que se vê. Existem muitas mensagens dentro de uma imagem. O olhar, cada um tem o seu, a perspectiva do que é real também. A discussão em torno do que é documentário já começava aí, mas vamos deixar essa discussão pra depois. O tema de hoje é a imagem.
Foi paixão a primeira vista. Eu descofiava, mas ter a certeza de que o fotojornalismo tem uma forte proximidade com o documentário, foi o ápice. Estava no caminho certo.
A fotografia abalou e revolucionou o mundo das artes. Uns discriminavam-na por ser apenas uma cópia do que se via, outros foram além destas lentes reducionistas e deram um novo sentido para a arte. Assim a fotografia seguiu seu caminho, por algum tempo ocupando o papel dos quadros de arte, documentar e retratar pessoas importantes. Por fim, chegou junto nas grandes galerias, sem perder seu caráter documental.
As imagens contém histórias, contém narrativas. Reduzí-las a simples tradução de uma legenda empobrece toda a composição. É o que fazem muitos jornais por aí, utilizam a imagem apenas como mero atrativo para a reportagem, ilustrando aquilo que já está dito no texto. Desvalorizam a capacidade que a imagem tem de instigar o imaginário. Há também quem diga que, “uma imagem vale mais do que mil palavras”, eu discordo. Uma imagem contém mais do que mil palavras. Cada qual tem o seu valor, dizer que uma vale mais do que outra é desmerecer suas qualidades. Se bem usadas, o leitor sairá ganhando. Palavras e imagens juntas, contam uma história melhor do que ela realmente é. Fazem extra do ordinário.
A fotografia foi a semente estudada, deu origem a descoberta da persistência retiniana dos 24 quadros por segundo, a síntese do movimento. Do movimento, o cinema! Assim o cinema nasceu documental!
O homem já desenhava pensando em movimentos. llusões visuais nas pinturas em cavernas (pictoresco), desenhos que serviam para registrar ações. Ou seja o cinema não foi descoberto ou inventado pelos irmãos Lumiere, claro, foram eles que desenvolveram a prática e mostraram para o mundo. Mas a arte de fazer cinema na sua essência vem desde sempre. O homem já nasceu cineasta.
O interesse pelo documentário foi algo que não tenho explicação. Como algumas coisas na vida da gente que vem, agente se apaixona e depois vai montando um monte de explicações e teses. É o que vou fazer nesse texto de abertura. Mas serei breve, prometo. Quatro linhas no máximo. Só para sentir o clima fluir!!! Rsss
Quem me conhece sabe a dificuldade de parar frente a uma tela em branco e conseguir traduzir as mil idéias que inundam todos os dias meus pensamentos. Por isso escolhi, antes mesmo de entrar pra faculdade, o plano imagético, preferi as imagens do que as palavras. Tratei logo de fazer cursos de fotografia. Hoje resolvi aceitar o desafio, antes tarde do que nunca. Chega de blá, blá...vamos lá!
Junto com a fotografia veio o curso de jornalismo, confesso nunca foi pretensão minha trabalhar no glamuroso mundo do quarto poder. Sempre pensei que nesse mundo você só é mais um, e pior que ser mais um é não ser ninguém. Ver seus ideais e sua criatividade indo pra lixeira do pc, nunca foi meu objetivo com a profissão. Digamos que nesse momento o documentário surgiu como uma luz no fim do túnel. Encarei a faculdade até com mais paciência sabendo que de um jeito ou de outro meu trabalho de conclusão seria minha experiência redentora, e foi.
A partir daí meu norte foi a busca por algum curso que me desse mais conhecimentos sobre o documentário, porque eu mesmo na verdade nem conhecia direito. Achava que era como o Globo Repórter. Mal sabia que era na verdade muito mais que isso. E que esse modelo global, não passa nem na porta de um bom documentário. Mas isso aí já é pauta pra outra discussão que não vem ao caso agora...fica a deixa...rss.
Foi então no ano de 2003 que meus conhecimentos se ampliaram para as representações do real! Fiz um curso no Mnemocine, que aliás recomendo a todos os interessados em pensar documentário no Brasil. Durante o curso descobri, que era isso mesmo que queria para minha vida. Fui me apaixonando a cada aula, a cada filme. A partir de hoje vou postando aqui anotações que fiz durante esse ano. Fiquem a vontade para discutir!!! Aliás escolhi o documentário exatamente por isso, pela possiblidade de discussões mais profundas sobre temas ignorados pelo jornalismo brasileiro!!! Viva o Brasil!!!!
Começando do ponto de partida, alías de onde parei. Vou mandar ver aqui no estilo retrô. Vou explicar melhor, vou resgatar anotações de eventos, filmes, cursos, idéias, geral de tudo que vi até hoje sobre documentário e vou postanto aqui paulatinamente até chegar no dia presente. Uma maneira honesta que encontrei de recompensar a todos que esperam algo deste blog. E também uma maneira de voltar a ativa sem peso na consciência. Bom vamos lá. Partindo do inicio que é pra num ter que parar mais!!! Ah não posso deixar de saudar aqui meus amigos Kino Pravdas!!! Contribuindo com inspiração para o retorno – II!!!
Hasta!!
Depois de colocar meu olhar crítico vamos falar de coisa boa!
As comemorações do Dia do Índio coordenadas pela Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC) incluem a reunião do Grupo de Trabalho para as Culturas Indígenas - GT Indígena -, criado em 2005 pelo ministro Gilberto Gil, com a finalidade de criar políticas públicas para as culturas dos chamados 'Primeiros Povos'.
Faz parte também a “Mostra Brasil Indígena” composta por 10 filmes que serão exibidos até o dia 22 de abril, sempre na Cinemateca Brasileira, com entrada franca. As produções expressam os sentimentos e as diferentes situações do cotidiano dos povos Karajá, Kaingang, Guajá, Kuikuro, Tariano, Guató, Ikpeng e Pankararu. A direção dos filmes está a cargo de indígenas e de não-indígenas, possibilitando, assim, vários olhares relacionados aos temas. Documentários e filmes-denúncia são alguns dos estilos de filmes que compõem a mostra.
Neste ano, as celebrações pela valorização das culturas dos Povos Indígenas vão acontecer em São Paulo, no período de 18 a 22 de abril.
Janelas para os "Olhares Indígenas"!!!
Uma data para pouco comemorar. Falar da questão indígena no país é cada vez mais urgente e ao mesmo tempo ignorada. Muitos estudos, muita tese nas universidades pelo país afora, muitas ações isoladas que (graças!) dão certo!!! Porém a imagem do índio continua a mesma para maioria dos brasileiros. Poucos tem consciência da importância que a cultura índigena tem nos costumes, língua , uso e conservação dos recursos naturais para essa grande nação multicultural, que um dia foi só dos índios. E menor é o número de pessoas que têm consciência de que se eles não puderem ter seu espaço para viverem, muito conhecimento pode se perder. Alguns criticam a sua maneira de se adaptar a realidade de hoje para poder sobreviver sem deixar sua cultura morrer. A grande mídia tem um papel fundamental para a essas posições equivocadas, pois reforçam a imagem pictória que tem o índio no imaginário da maioria. Constatei esse triste cenário depois de pesquisar para escrever uma reportagem "Olhares Indígenas” para o Rumos Jornalismo Cultural sobre o “Projeto Video nas Aldeias”.
Preconceituoso é o tratamento que recebem os índios que não vivem isolados e nus como se vivessem na época do descobrimento. São admirados como uma espécie de museu antropológico a céu aberto e discriminados quando precisam ir para cidade porque já não possuem seu espaço para viver segundo seus costumes. Isso é o que mais me intriga na questão: então se o índio tenta se adaptar para sobreviver não pode ser mais considerado como índio? Se veste chinelo, camiseta e bermuda deixou de ser índio? Sei que é complexa essa discussão. Mas uma coisa pra mim é certa, uma vez índio sempre índio.
Sei que sou descendente de alguma tribo indígena, minha vó, Dona Maria, conta que vim da mistura de índio com holandês na época da colonização, ainda vou investigar e descobrir de qual tribo tenho descendência. Portanto, é um tema que tenho uma relação pessoal e agora o retomo para entender melhor a questão. Pretendo traduzir esses conhecimentos em mais reportagens e documentários, para tanto estou inscrita no projeto Repórter do Futuro sobre Direito dos Povos Indígenas da Oboré. E ao longo do curso vou revelar aqui idéias e discussões a respeito da situação dos nossos ancestrais nos dias de hoje. Será uma forma de reverênciar meus ancestrais e contribuir para que seus valores e conhecimentos não sejam lembrados apenas no dia 19 de abril!
Pra abrir minhas homenagens ao dia do índio, apesar de ter pouco a comemorar, temos muito que reverenciar!
Pra tanto começo com a letra dessa música que chama atenção para o descaso com nossos ancestrais!!
Ai vai:
Todo dia era dia de Indio
Composição: Jorge Ben
Curumim,chama Cunhatã
Que eu vou contar
Curumim,chama Cunhatã
Que eu vou contar
Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Curumim,Cunhatã
Cunhatã,Curumim
Antes que o homem aqui chegasse
Às Terras Brasileiras
Eram habitadas e amadas
Por mais de 3 milhões de índios
Proprietários felizes
Da Terra Brasilis
Pois todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Mas agora eles só tem
O dia 19 de Abril
Mas agora eles só tem
O dia 19 de Abril
Amantes da natureza
Eles são incapazes
Com certeza
De maltratar uma fêmea
Ou de poluir o rio e o mar
Preservando o equilíbrio ecológico
Da terra,fauna e flora
Pois em sua glória,o índio
É o exemplo puro e perfeito
Próximo da harmonia
Da fraternidade e da alegria
Da alegria de viver!
Da alegria de viver!
E no entanto,hoje
O seu canto triste
É o lamento de uma raça que já foi muito feliz
Pois antigamente
Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Curumim,Cunhatã
Cunhatã,Curumim
Terêrê,oh yeah!
Terêreê,oh!

Como “rumeira” tenho o prazer de anunciar a todos os estudantes de jornalismo do Brasil que o Itaú Cultural lança a segunda edição do Rumos Jornalismo Cultural. O programa permanece com a proposta de identificar qual o verdadeiro papel e função da mídia no cenário cultural e propõe um olhar crítico sobre a produção do que se convencionou chamar de jornalismo cultural. A novidade nesta edição é a abertura para reportagens em novas categorias: impressa, rádio, web e pasmem...em vídeo!!! Quanta alegria saber que o Rumos que eu participei frutificou e agora ganhou fôlego novo adotando também as mídias eletrônicas. Participar do rumos foi uma experiência única que me fez visualizar um futuro para minha profissão. Sim, foi naquele ano que decidi definitivamente seguir a carreira de documentarista! Como senti falta de não poder nem ao menos contribuir com fotos para as reportagens que produzi durante o laboratório.
É isso aí galera, o toque está dado!!! Podem inscrever-se no programa estudantes de jornalismo e/ou comunicação social do terceiro ao quinto semestres.
Obs.: O período de inscrições vai de 6 de março a 31 de julho de 2007!!!!!
Festival competitivo e aberto a todos, iniciantes, amadores, profissionais com a proposta de difundir os conceitos de Direitos Humanos. Iniciativa inovadora, por aceitar todos os formatos e gêneros, com a única restrição ao tempo máximo de 15 minutos.
A expectativa é que, a partir desse encontro, surjam obras inéditas e inovadoras que estimulem artistas novos ou consagrados a forjar e consolidar um novo espaço no cenário audiovisual e a dialogar com as questões fundamentais pertinentes ao Indivíduo e seu Meio, tanto social quanto natural.
Inscreva seu vídeo!!!!
Mais informações no site www.entretodos.com.br

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